Busco um tradutor

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O profissional Tradutor Público e Intérprete Comercial é conhecido popularmente como tradutor juramentado, o que caracteriza a mesma figura. Por lei, o tradutor público é o profissional habilitado para executar traduções ou versões de documentos e atuar como intérprete em atos oficiais.

A tradução juramentada, também chamada de tradução pública, é aquela exigida legalmente no País para que documentos em idioma estrangeiro tenham efeito perante órgãos federais, estaduais e municipais, em qualquer instância, juízo ou tribunal, tabelionatos e cartórios em geral, instituições de ensino, agências reguladoras e fiscalizadoras. É uma tradução que tem fé pública.

Ela é apresentada em papel timbrado do tradutor público, onde constará, obrigatoriamente:

a) o nome completo do tradutor público e intérprete comercial;
b) o número de sua matrícula na Junta Comercial do Estado de São Paulo;
c) o idioma;
d) o número de inscrição no C.P.F. – Cadastro de Pessoas Físicas, do Ministério da Fazenda;
e) o número de ordem da tradução ou versão feita, com menção do número de ordem do livro Registros
de Traduções; e das respectivas folhas em que foram lavradas;
f) a identificação do documento traduzido ou vertido;
g) o valor dos emolumentos cobrados e o número e série do recibo respectivo;
h) data e assinatura do tradutor público e intérprete comercial.

Não. A ATPIESP é a associação que congrega os tradutores públicos e intérpretes comerciais. Eles trabalham cada um em seu escritório ou residência. É necessário contatar um associado que você encontra através da busca de tradutores do site.

Os valores das traduções juramentadas são tabelados por lauda e dependem do tipo do documento que será traduzido. O valor é calculado sobre a contagem de laudas de texto final traduzido. Uma lauda equivale a até 1000 (mil) caracteres digitados, não computados os espaços em branco.

Cada estado tem sua própria tabela. Acesse a Tabela de Emolumentos dos Tradutores Públicos e Intérpretes Comerciais do Estado de São Paulo clicando aqui.

Conforme deliberação da Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP), uma lauda para tradução juramentada equivale a até 1000 (mil) caracteres digitados, não computados os espaços em branco. O valor é calculado proporcionalmente sobre a contagem de laudas de texto final traduzido.

Entende-se por “tradução” quando é feita de um idioma estrangeiro para o português e entende-se por “versão”quando é feita do português para um idioma estrangeiro.

Conforme a legislação, entende-se por serviço de urgência aquele executado e posto à disposição do interessado em um prazo que obrigue o tradutor público e intérprete comercial a uma produção média superior a 2 (duas) laudas traduzidas ou vertidas por dia útil, entendido para todos os efeitos como horário comercial oficial do Estado de São Paulo. E entende-se por serviço extraordinário aquele executado aos sábados, domingos, e feriados oficiais.

Para os serviços urgentes será cobrado um acréscimo de 50% (cinquenta por cento) e de 100% (cem por cento) para os serviços extraordinários sobre os valores fixados pela tabela vigente. Os serviços urgentes serão, obrigatoriamente, requeridos por escrito.

É possível visualizar a listagem completa de associados que consta em nosso site, devidamente separada por idioma, cidade e bairro, na seção Buscar Tradutor.

Para exercer o ofício, o Tradutor Público e Intérprete Comercial deve ser aprovado em concurso público e nomeado pela Junta Comercial de seu estado. Portanto, você pode consultar as listas de tradutores pelo site de cada Junta Comercial; no nosso caso, a JUCESP.

Você notará que nem todos os tradutores que constam na lista da JUCESP estão no site da ATPIESP, pois não é obrigatório se associar.

Sim. A ATPIESP só aceita como associado um tradutor devidamente matriculado na Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP.

Os tradutores públicos são nomeados pelas Juntas Comerciais e habilitados em português e uma ou mais línguas estrangeiras.

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, visa à defesa da unidade essencial da língua portuguesa em todos os países que a consideram idioma oficial. Em vista disso, nos países onde se fala português não se faz necessária a tradução juramentada de documentos que já estão, originalmente, nesse idioma. Por consequência, não existe a figura do Tradutor Público e Intérprete Comercial habilitado em ‘português de Portugal’, uma vez que este não é considerado um idioma estrangeiro.

A orientação da Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP em resposta às frequentes solicitações destas traduções é que se apresente o texto do Decreto 6583, de 29 de setembro de 2008, que promulga o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa supracitado. Ainda, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, por unanimidade, a edição de recomendação aos tribunais sobre a não exigência de tradução de documentos estrangeiros redigidos em língua portuguesa. É possível verificar clicando aqui.

Os tradutores públicos são coordenados pela Junta Comercial de cada Estado, no nosso caso, a JUCESP – Junta Comercial do Estado de São Paulo. Caso não encontre um tradutor habilitado no idioma que precisa, sugerimos verificar na listagem completa da JUCESP e de outras Juntas Comerciais.

Caso não encontre, será necessário solicitar a nomeação de um tradutor ad-hoc, que será habilitado apenas para fazer as traduções dos documentos que são requisitados neste caso específico. Para tanto, é preciso entrar em contato com a JUCESP e solicitar mais informações.

Entre em contato com a Associação de Tradutores Públicos ou com a Junta Comercial de seu estado. Veja nossa seção Links úteis.

Reconhecimento de firma – Procedimento por meio do qual o interessado comparece no Cartório de Notas de sua preferência com o documento assinado e solicita o reconhecimento da assinatura para que o Tabelião possa atestar que ela é, de fato, de quem assinou. Para realizar o reconhecimento, é necessário que quem assine o documento tenha sua firma depositada naquele cartório.
Autenticação – No processo de autenticação, a cópia de um documento é autenticada para declarar que está igual ao documento original apresentado. Uma cópia é providenciada e, após a conferência com o original, o escrevente utiliza um selo de autenticidade, além de carimbá-la e assiná-la. É possível levar o documento copiado de outro estabelecimento, desde que acompanhado do original.
Legalização consular – Para terem efeito em outro país, documentos públicos emitidos no Brasil precisam passar por duas etapas: (1) a legalização, feita comumente junto ao Ministério das Relações Exteriores e (2) a consularização feita junto à Repartição Consular do país ao qual o documento se destina.
Apostilamento – Com o intuito de eliminar as etapas de legalização e consularização e tornar mais rápido o processo de legalização, alguns países assinaram a Convenção da Apostila da Haia. Desse modo, através de um único ato – o apostilamento; – o documento passa a ter validade em todos os outros países signatários da Convenção. Essa Convenção da Apostila entrou em vigor no Brasil em 2016.

– Para mais informações sobre a Convenção da Apostila e como apostilar seu documento, sugerimos que acesse o Portal do Conselho Nacional de Justiça, órgão brasileiro responsável pela aplicação da Convenção no Brasil.